Ó homem que passas tranquilo na rua
atrás de qualquer próximo perfume
e chegas a casa sem incidentes
ó homem que tens à espera de ti
virada a esquina da rua e do tempo o teu próprio rosto
nao tenhas pena de quem morre
de árvore para árvore
e é diferente no princípio e no fim da rua.
Ruy Belo, Todos os Poemas (Assírio & Alvim)

nem de propósito, hoje, que passo por aqui, leio as metamorfoses de ovídio...
ResponderEliminarOlá! Que surpresa! Espero que o mestrado (ou doutoramento) vá bem.
ResponderEliminarQue é feito?